Aquela mesma do ir e vim.
E aquela mesma do amor livre.
Aquele sem culpa, arrependimentos e pressões. Tipo e depois?
Hoje acredito que meu coração leve, foi realmente curado.
Sem dor e livre para quem quiser chegar.
Como sempre eu odeio despedidas, eu sempre fui péssima nisso.
E pela primeira vez, não. Eu não tive medo do Adeus.
Por que ser livre é assim.
É partir sem olhar para atrás e nem apressar o futuro.
É viver o presente, o momento e tornar lo o mais belo possível com alguém.
Eu odeio primeiras vezes, primeiros encontros e fico nervosa demais e não deixo de me ser natural.
Mas eu quebrei isso dentro de mim, fui eu sim que tomou a iniciativa.
Por que o momento é belo, é único.
Adeus estereótipos machistas de uma sociedade machista.
E quem venham os novos primeiros encontros.

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